História e Património

História da Santa Casa da Misericórdia de Borba

“No dia 26 de Junho de 1379, seis borbenses fundaram a Irmandade do Santo Espírito de Nossa Senhora...”

Pois achavam que os ricos deveriam partilhar, voluntariamente, com os que nada tinham. A vocação social deste tipo de irmandades, para com os doentes, os presos e os pobres, levou a uma grande adesão da população aos seus princípios. Dada a sua vertente principalmente assistencial e não só religiosa foram muito apoiadas pela população e tornaram-se rapidamente em instituições ricas, atraindo as atenções da nobreza local. A irmandade de Borba viu os seus bens arrestados pelo Duque de Bragança e só a sua conversão em Misericórdia em 1524 a salvou de ser integrada na Casa de Bragança. A união entre a comunidade borbense e Misericórdia é uma constante que está sempre presente. Foram os borbenses que fundaram a Irmandade do Santo Espírito, que pediram a sua conversão em Misericórdia, que fundaram o seu Hospital e que sustentaram, com os seus bens, esta instituição e a sua vertente assistencial.

Competências/

A Santa Casa da Misericórdia de Borba tem desenvolvido, ao longo dos cerca de cinco séculos da sua existência, um papel de vital importância no que diz respeito ao apoio prestado à população do Concelho em áreas que vão desde as necessidades básicas de alimentação e saúde, até ao conforto do acolhimento em lares de idosos ou serviços de apoio domiciliário, passando, entre outras, pelas vertentes da educação, desde a tenra idade de quatro meses em que são admitidas as crianças na Creche e Jardim de Infância D. Ana Angélica Silveira, passando depois para o ensino que actualmente se denomina de pré-escolar.

Administração/

Corpo Gerente/

Mesa de Assembleia Geral

  • Presidente de Mesa Assembleia Geral:

    Diogo Manuel Canhão Sapatinha

  • Vice-Presidente:

    João Manuel Mourinha Ramalho

  • Secretário:

    Joaquim Almeida Delfino

  • Administrador:

    Fernando

Mesa Administrativa

  • Provedor:

    Rui Manuel Ganito Bacalhau

  • Vice-Provedor:

    António Manuel Afonso Paulo

  • Secretário:

    João Luís Compõete da Cruz

  • Tesoureiro:

    Ricardo Jorge Brinquete Lapão

  • Vogal:

    Marina da Luz Coxixo Canhoto

  • Vogal:

    Carlos Alberto Macareno Curvo

  • Vogal:

    Arnaldo Manuel Chícharo Simões

Conselho Fiscal

  • Presidente Conselho Fiscal:

    Armando Manuel da Silva

  • Vice-Presidente:

    José Mário Gato Carapinha

  • Secretário:

    António Manuel Galhanas da Luz